
Mª Teresa Maia Gonzalez; A lua de Joana
Considerado um livro para adolescentes não poderei deixar de focar que, para mim, é um dos livros que não tem idades. Uma história impressionante, realista, que nos cativa por tocar a todos nós (pais, amigos, irmãos). É um livro de leitura acessível a qualquer pessoa. Cativa-nos por retratar uma realidade tão actual que nos leva a pensar noutros planos da nossa própria realidade, tanto humana como social.
“A lua de Joana” alerta-nos para a questão de estarmos mais atentos ao outro e ao facto de, na maioria das vezes, deixarmos para segundo plano as coisas mais importantes.
Não poderei fazer resumo do livro, um resumo apenas não chega, corria o risco de não tocar os aspectos mais importantes desta leitura.
Aconselho este livro aos pais, aos irmãos, aos avós, tios…enfim, a toda a sociedade. Não criticando os mais jovens, já que muitas vezes a nossa “desatenção” é a maior culpada!
“Querida Marta,
Esta noite tive o pesadelo mais incrível de sempre!...Eu estava sozinha num lugar que parecia o céu, mas não era... Comecei a subir as escadas e, quando cheguei quase o cimo, vi que estava alguém à minha espera. Era uma espécie de anjo, com um manto escuro, mas não tinha cara... percebi que tinha de segui-lo...
Que é isso? (perguntou a mãe ao pai)
São cartas... da Joana...
Encolheu as pernas lentamente e fixou os olhos inchados naquele baloiço estranho suspenso no tecto em forma de lua.
Desapertou a correia do relógio e pousou-o devagar sobre a mesinha. Agora, tinha todo o tempo do mundo. para quê?”
“A lua de Joana” alerta-nos para a questão de estarmos mais atentos ao outro e ao facto de, na maioria das vezes, deixarmos para segundo plano as coisas mais importantes.
Não poderei fazer resumo do livro, um resumo apenas não chega, corria o risco de não tocar os aspectos mais importantes desta leitura.
Aconselho este livro aos pais, aos irmãos, aos avós, tios…enfim, a toda a sociedade. Não criticando os mais jovens, já que muitas vezes a nossa “desatenção” é a maior culpada!
“Querida Marta,
Esta noite tive o pesadelo mais incrível de sempre!...Eu estava sozinha num lugar que parecia o céu, mas não era... Comecei a subir as escadas e, quando cheguei quase o cimo, vi que estava alguém à minha espera. Era uma espécie de anjo, com um manto escuro, mas não tinha cara... percebi que tinha de segui-lo...
Que é isso? (perguntou a mãe ao pai)
São cartas... da Joana...
Encolheu as pernas lentamente e fixou os olhos inchados naquele baloiço estranho suspenso no tecto em forma de lua.
Desapertou a correia do relógio e pousou-o devagar sobre a mesinha. Agora, tinha todo o tempo do mundo. para quê?”
Carina Ramalho
(Formadora CP/CLC)
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